{"id":4980,"date":"2018-10-09T12:34:20","date_gmt":"2018-10-09T15:34:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.usp.br\/tusp\/?post_type=portfolio&#038;p=4980"},"modified":"2018-10-22T14:30:28","modified_gmt":"2018-10-22T17:30:28","slug":"ensaios-coreograficos","status":"publish","type":"portfolio","link":"https:\/\/usp.br\/tusp\/portfolio\/ensaios-coreograficos\/","title":{"rendered":"Ensaios Coreogr\u00e1ficos"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\"><span style=\"color: #993366;\"><strong>Ensaios Coreogr\u00e1ficos:\u00a0<\/strong><\/span>um espa\u00e7o de encontro para\u00a0artistas convidados compartilharem o que os leva a agir\/conhecer dan\u00e7a e investigar como se d\u00e3o as conex\u00f5es com os corpos. Um espa\u00e7o para provocar conversas e captar, nos gestos e falas, os encadeamentos de um discurso do corpo que se organiza em dan\u00e7a.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os cinco encontros re\u00fanem dois artistas e um mediador para a apresenta\u00e7\u00e3o de ensaios abertos \u2013 para revelar algumas das especificidades dos artistas \u2013 e debates sobre os\u00a0 diferentes modos de organiza\u00e7\u00e3o e de como se d\u00e1 a media\u00e7\u00e3o entre linguagem, artistas e p\u00fablico.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u00c9 pr\u00f3prio \u00e0 arte questionar\u00a0 a si mesma, em constante desconfian\u00e7a de sua exist\u00eancia como linguagem aut\u00f4noma.\u00a0O que move um pensamento que nos leva a nome\u00e1-lo coreografia? Que atravessamentos se implicam entre termos como <em>dramaturgia, coreografia, composi\u00e7\u00e3o coreogr\u00e1fica, instala\u00e7\u00e3o coreogr\u00e1fica<\/em> ou <em>corpo-instala\u00e7\u00e3o<\/em>? Se para alguns o termo <em>coreografia<\/em> j\u00e1 n\u00e3o d\u00e1 conta dos atuais modos de organiza\u00e7\u00e3o, outros o defendem enquanto estrat\u00e9gia de resist\u00eancia. Estas s\u00e3o algumas das quest\u00f5es que permeiam a linguagem da dan\u00e7a hoje.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mais que nunca, o corpo hoje \u00e9 pol\u00edtico. A experi\u00eancia art\u00edstica gera modos singulares de se perceber\/reinventar o corpo. Movendo-se entre possibilidades de acordos, a cria\u00e7\u00e3o na dan\u00e7a provoca processos organizativos a partir de interven\u00e7\u00f5es do corpo no meio \u2013 que nunca \u00e9 o \u201coutro\u201d, o \u201cfora\u201d, o \u201clugar passivo\u201d, pois n\u00e3o existimos fora dele. A comunica\u00e7\u00e3o se d\u00e1 no fluxo, e constr\u00f3i assim\u00a0novas possibilidades de exist\u00eancia.\u00a0Os\u00a0<strong><span style=\"color: #993366;\">Ensaios Coreogr\u00e1ficos<\/span><\/strong> prop\u00f5em um espa\u00e7o de encontro para tentar compreender as a\u00e7\u00f5es que organizam e criam,\u00a0, a partir da dan\u00e7a, as visibilidades dessas experi\u00eancias distintas.<\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\"><em><strong>17\/10 (quarta)\u00a0<\/strong>\/\u00a0<\/em><strong>Zumb.boys \/\/ Vera Sala<br \/>\n<\/strong><\/span><em><span style=\"color: #993366;\">Zumb.boys: Entre Toprock e Bases<\/span> \/<\/em>\u00a0Estudo que acompanha as cria\u00e7\u00f5es do Zumb.boys como procedimento de cria\u00e7\u00e3o e investiga\u00e7\u00e3o de corpos e estruturas, tendo por base de pesquisa a dan\u00e7a <em>breaking<\/em>. O intuito \u00e9 olhar para o que est\u00e1 no \u201centre\u201d, que no <em>breaking<\/em> significa a busca de singularidade da pessoa que dan\u00e7a, uma corporeidade constru\u00edda na investiga\u00e7\u00e3o individual.<\/p>\n<div dir=\"ltr\">\n<p dir=\"ltr\"><em>De Ermelino Matarazzo, zona leste da capital, o <strong><span style=\"color: #000000;\">Zumb.boys<\/span>\u00a0<\/strong>conta com 15 anos de exist\u00eancia, dos quais 11 dedicados a uma intensa pesquisa c\u00eanica. Os resultados disso foram a cria\u00e7\u00e3o de uma metodologia pr\u00f3pria para treinos de dan\u00e7a urbana (o\u00a0M\u00e9todo Zumb.boys), 5 espet\u00e1culos (<\/em>B.E.C.O. [B.boys em Constru\u00e7\u00e3o Original], Dan\u00e7a por Correio, Ladr\u00e3o, O que se rouba <em>e<\/em> Man\u00e9 Boneco<em>), com os quais o grupo visitou mais de 60 cidades, e diversos pr\u00eamios.<\/em><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"color: #993366;\"><em>Pequenos Estudos para n\u00e3o Morrer<\/em><\/span> \/\u00a0Que dan\u00e7a \u00e9 poss\u00edvel dan\u00e7ar? Como ativar novas dobras, criar outras po\u00e9ticas e pol\u00edticas nos modos de existir\/resistir\/dan\u00e7ar? Como recolher testemunhos desta dan\u00e7a e dan\u00e7ar n(os) seus destro\u00e7os nos tornando estrangeiros de nossas certezas?\u00a0Nas incertezas, dissolu\u00e7\u00f5es, rupturas, vazios \u00e9 que acontecem os processos de cria\u00e7\u00e3o. Sem tempo, sem fim, sem come\u00e7os. O que emerge como uma nova dobra ou desvio de determinada configura\u00e7\u00e3o art\u00edstica, nasce na dissolu\u00e7\u00e3o do que existia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><em>Criadora e pesquisadora em dan\u00e7a, <span style=\"color: #000000;\"><strong>Vera Sala<\/strong><\/span> tem desde 1987 um percurso de pesquisa e cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Desenvolveu as instala\u00e7\u00f5es coreogr\u00e1ficas ou \u201cCorpo Instala\u00e7\u00e3o\u201d, uma pesquisa como o corpo transborda-se em qualidades de espacialidade na composi\u00e7\u00e3o de ambientes, modificando-os e sendo modificado por eles. \u00c9 professora da PUC-SP desde 1999.\u00a0<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Media\u00e7\u00e3o de <strong>Diego Marques<\/strong>,\u00a0per<\/span>formador, professor e pesquisador. Graduado pela PUC-SP, com mestrado na UNESP), \u00e9 doutorando do PPGAC-ECA-USP. Desenvolve o projeto art\u00edstico-pedag\u00f3gico Errat\u00f3rios.<\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\"><em><strong>18\/10 (quinta)\u00a0<\/strong>\/\u00a0<\/em>Raul Rachou (mediador) \/\u00a0<\/span><strong><span style=\"color: #993366;\">Mariana Muniz \/\/ Marcus Moreno<br \/>\n<\/span><\/strong><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"color: #993366;\"><em>Estudos para <\/em>A um Passo da Aurora <\/span>\/<em>\u00a0<\/em>Estudo para obra coreogr\u00e1fica inspirada pelo artista, m\u00fasico e maestro Guilherme Vaz. Um mergulho corporal nas \u00e1guas e paisagens sonoras do autor, num convite \u00e0 escuta dos marac\u00e1s, do sil\u00eancio e do imagin\u00e1rio simb\u00f3lico ind\u00edgena brasileiro.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"color: #000000;\"><em><strong>Mariana Muniz<\/strong> \u00e9 artista da dan\u00e7a e do teatro com extensa trajet\u00f3ria art\u00edstica e v\u00e1rios pr\u00eamios da cr\u00edtica especializada, em dan\u00e7a e teatro. Atualmente, faz a circula\u00e7\u00e3o do solo de dan\u00e7a <\/em>Fados e Outros Afins<em>, pelo ProAc \/2018 e participa de montagens teatrais com o grupo Tapa.\u00a0<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"color: #993366;\"><em>\u00a0Ensaio sobre a Neve Marinha<\/em> <\/span>\/ H\u00e1 algo sobre mem\u00f3ria, mas sem que esta possa ser tocada. H\u00e1 algo sobre a passagem do tempo, um tempo incomensur\u00e1vel, dilu\u00eddo.\u00a0\u00a0Animais morrem. Plantas morrem. Fuligem. Esc\u00f3ria. Restos. A neve marinha precipita em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s zonas mais profundas do oceano. A \u00e1gua continua a mover.<\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"color: #000000;\">\u00a0<em>Artista da dan\u00e7a e gestor cultural, <strong>Marcus Moreno<\/strong> tem forma\u00e7\u00e3o em artes do corpo e especializa\u00e7\u00e3o em T\u00e9cnica Klauss Vianna pela PUC-SP.\u00a0 Desenvolve estudos voltados \u00e0s temporalidades e produ\u00e7\u00e3o de imagens a partir do corpo, com a improvisa\u00e7\u00e3o como ponto de partida de trabalhos como <\/em>A Flor da Lua<em> (2016) e <\/em>Estudo para o Encontro<em> (2017).<\/em><\/span><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"color: #000000;\">Media\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Raul Rachou<\/strong>, que\u00a0desde 1993 \u00e9 int\u00e9rprete-criador do Musicanoar, que se apresentou em 2017 no TUSP com <em>Nufricar<\/em>, premiado com o Denilto Gomes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\"><strong>19\/10 sexta-feira \/\u00a0<\/strong><strong>GRUA \/\/ Sandro Borelli<br \/>\n<\/strong><\/span><em><span style=\"color: #993366;\">SETe<\/span> \/ <\/em>Uma convoca\u00e7\u00e3o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o para o outro na experi\u00eancia do encontro. Afeto, vulnerabilidade. Sete homens. Juntos? Como? Corpos plurais, atentos \u00e0s diferen\u00e7as, que se disp\u00f5em ao sens\u00edvel como possibilidade de questionar seus fazeres, de performar uma a\u00e7\u00e3o, de performar um comum.<\/p>\n<p><em>Desde 2002, o <strong>GRUA \u2013 Gentleman de Rua<\/strong> traz, j\u00e1 em seu nome e proposta, um pensamento sobre a rela\u00e7\u00e3o com a cidade: artistas que acompanham os acontecimentos no entorno e desbravam o encontro entre dan\u00e7a e espa\u00e7o urbano, em um afinado jogo de improviso entre os int\u00e9rpretes e os fluxos locais.\u00a0O arqu\u00e9tipo do terno escuro \u00e9 um marcador est\u00e9tico, figurino-aparato que \u00e9 <em>constante conceitual <\/em>desde as primeiras experi\u00eancias nas ruas.<\/em><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><em><span style=\"color: #993366;\">Balada da Virgem: em nome de Deus.<\/span>\u00a0\/ <\/em>Inspirado na figura de Joana D\u2019Arc,\u00a0atrav\u00e9s da dan\u00e7a, a energia revolucion\u00e1ria movida pela f\u00e9 em nome de Deus e de uma causa \u00e9 levada ao palco. Neste universo, as no\u00e7\u00f5es de tempo e espa\u00e7o s\u00e3o alteradas. \u00c9 um lugar onde a loucura, a transgress\u00e3o e a opress\u00e3o foram transformados em combust\u00edvel necess\u00e1rio para a perpetua\u00e7\u00e3o desta dan\u00e7a.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><em>Artista da dan\u00e7a e militante pol\u00edtico da arte e cultura, <strong>Sandro Borelli<\/strong> dirige a <strong>Cia. Carne Agonizante<\/strong>, criou a revista <\/em>Murro em Ponta de Faca<em> e o canal <\/em>Murro TV,<em>\u00a0coordena com Vanessa Macedo o Kasulo \u2013 Espa\u00e7o de Cultura e Arte e \u00e9 o atual presidente da Cooperativa Paulista de Dan\u00e7a.\u00a0<\/em><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Media\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>Luciana Bortoletto,<\/strong>\u00a0core\u00f3grafa, int\u00e9rprete e improvisadora. Dirige o &#8230;AVOA! N\u00facleo Art\u00edstico e idealizou o GIRE \u2013 Grupos Independentes em Rede. Recebeu o pr\u00eamio Denilto Gomes em 2013.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><span style=\"color: #993366;\"><strong>20\/10 s\u00e1bado \/\u00a0Wellington Duarte \/\/ Eliana de Santana<br \/>\n<\/strong><\/span><span style=\"color: #993366;\"><em>siTua\u00e7\u00e3o 3: pOsi\u00e7\u00e3o amOroSa <\/em><\/span>(Wellington Duarte e Daniel Fagundes) \/\u00a0Uma investiga\u00e7\u00e3o de atrito e deslocamentos, dist\u00e2ncia do relacionamento sem consolo, posi\u00e7\u00e3o invertida, corpos liquidificados, sexo, plexo, sangue, corpo, desejo, desterro. O lugar do desejo \u00e9 o mesmo da tens\u00e3o.\u00a0Um di\u00e1logo com com a obra homoer\u00f3tica de Hudinilson Jr, parte de uma s\u00e9rie em constru\u00e7\u00e3o que faz evoca\u00e7\u00e3o direta ao corpo e suas capacidades e pot\u00eancias, a fim de instaurar um car\u00e1ter insurgente no corpo.<\/p>\n<p><em><strong>Wellington Duarte<\/strong> \u00e9 diretor, bailarino e performer desde 1990 em S\u00e3o Paulo. Atualmente dirige o N\u00facleo EntreTanto. Investiga em seu fazer qualidades corporais que v\u00e3o al\u00e9m de temas pontuais e\u00a0tem elaborado propostas experimentais da fisicalidade, conectando l\u00f3gicas, pensamentos e quest\u00f5es insuspeitas no corpo.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\"><em>Sem T\u00edtulo<\/em><\/span> \/\u00a0estudo para pe\u00e7a de dan\u00e7a a partir dos pensamentos est\u00e9ticos da pintora Agne Martin e da pianista e compositora Alice Coltrane, e do que estas artistas evocam para a cria\u00e7\u00e3o de seus trabalhos: o vazio, aboli\u00e7\u00e3o, nega\u00e7\u00e3o e desnudamento.<\/p>\n<p><em><strong>Eliana de Santana<\/strong>, artista da cena e int\u00e9rprete de dan\u00e7a, inicia-se no teatro em 1984. Em 1996 estreia seu primeiro trabalho autoral, <\/em>Trag\u00e9dia Brasileira<em>. Com <\/em>Chica da Silva: Um Esbo\u00e7o<em>, \u00e9 contemplada com o Pr\u00eamio Funarte de Dan\u00e7a Klaus Vianna. Com <\/em>&#8230; e das outras do\u00e7uras de deus,<em> inspirada em Clarice Lispector, recebe o Pr\u00eamio APCA de 2011.<\/em><\/p>\n<p>Media\u00e7\u00e3o de <strong>Tica Lemos<\/strong>, graduada pela School of New Dance Development, de Amsterd\u00e3, e introdutora do Contato Improvisa\u00e7\u00e3o no Brasil. Fundadora, diretora e int\u00e9rprete-criadora do Est\u00fadio Nova Dan\u00e7a e da Cia Nova Dan\u00e7a, e criadora do projeto e coletivo Juanita.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993366;\">21\/10 domingo \/\u00a0Vanessa Macedo \/\/\u00a0key zetta e cia<br \/>\n<\/span><\/strong><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"color: #993366;\"><em>Dan\u00e7a para Camille<\/em><\/span> \/ Fragmento de\u00a0<em>Corpos Fr\u00e1geis<\/em> (2010) que em 2018 torna-se um dueto independente, dan\u00e7ado por duas mulheres. A vida e obra de Camille Claudel s\u00e3o fontes de inspira\u00e7\u00e3o. Em cena, a performatividade do feminino. Corpos s\u00f3s, acompanhados de seus duplos.<\/span><\/p>\n<p><strong>Vanessa Macedo<\/strong> \u00e9 core\u00f3grafa, bailarina, pesquisadora e professora, fundadora da <strong>Cia Fragmento de Dan\u00e7a<\/strong>, na qual coreografou e dirigiu 16 trabalhos. Idealizadora e curadora do evento permanente \u201cTer\u00e7a Aberta no Kasulo\u201d, participa tamb\u00e9m da organiza\u00e7\u00e3o do \u201cMovimento a Dan\u00e7a se Move\u201d, atuando na \u00e1rea de pol\u00edticas culturais.<\/p>\n<p><span style=\"color: #993366;\"><em>RISO \u2013 seguinte<\/em><\/span> \/\u00a0A partir do processo de <em>RISO<\/em>, \u00faltima pe\u00e7a do grupo, retomando estudos, temas e propostas surgidos durante o processo. O transbordamento do riso no corpo ou do corpo em riso.<\/p>\n<p><em>O n\u00facleo <strong>key zetta e cia.<\/strong>\u00a0surgiu\u00a0a partir do desejo de construir um espa\u00e7o que possa agregar dan\u00e7arinos e artistas colaboradores, viabilizar di\u00e1logos e pesquisas de linguagem com foco no pensamento em dan\u00e7a e suas poss\u00edveis inter-rela\u00e7\u00f5es. Em sua trajet\u00f3ria realizou cerca de doze pe\u00e7as e recebeu alguns dos mais importantes pr\u00eamios e apoios para pesquisa e cria\u00e7\u00e3o em dan\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p>Media\u00e7\u00e3o de <strong>Andr\u00e9ia Nhur<\/strong>,<strong>\u00a0<\/strong>atriz, bailarina, pesquisadora e professora da ECA-USP, integra o Grupo Pr\u00f3-Posi\u00e7\u00e3o e o Katharsis Teatro. Em 2017, com\u00a0<em>Pe\u00e7as F\u00e1ceis,<\/em> com o qual se apresentou no TUSP, foi finalista do Pr\u00eamio APCA de melhor espet\u00e1culo e recebeu o Denilto Gomes de int\u00e9rprete.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ensaios Coreogr\u00e1ficos:\u00a0um espa\u00e7o de encontro para\u00a0artistas convidados compartilharem o que os leva a agir\/conhecer dan\u00e7a e investigar como se d\u00e3o as conex\u00f5es com os corpos. 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