{"id":8324,"date":"2025-05-23T13:45:07","date_gmt":"2025-05-23T16:45:07","guid":{"rendered":"https:\/\/tusp2024.webhostusp.sti.usp.br\/?post_type=portfolio&#038;p=8324"},"modified":"2025-07-11T12:21:43","modified_gmt":"2025-07-11T15:21:43","slug":"8324","status":"publish","type":"portfolio","link":"https:\/\/usp.br\/tusp\/portfolio\/8324\/","title":{"rendered":"Leituras P\u00fablicas TUSP: Esperan\u00e7ar"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">Desde seu in\u00edcio em 2009, o&nbsp;<strong>Programa TUSP de Leituras P\u00fablicas<\/strong>&nbsp;oferece&nbsp;a cada ciclo semestral&nbsp;uma s\u00e9rie de leituras de dramaturgias selecionadas, a partir de recortes de autores ou temas espec\u00edficos, em leituras realizadas pelo p\u00fablico presente, com a media\u00e7\u00e3o da equipe art\u00edstica do TUSP e a presen\u00e7a de convidados.&nbsp;\u00c9 uma experi\u00eancia participativa de plateia que vai al\u00e9m da experi\u00eancia do espectador eventual, buscando um p\u00fablico intergeracional que acompanhe os encontros e ciclos.&nbsp;Nossos encontros acontecem sempre \u00e0s&nbsp;<strong>segundas-feiras, 19h<\/strong>, e as leituras s\u00e3o gratuitas e abertas a todo o p\u00fablico interessado em participar. Vem ler conosco!!<\/p>\n<p>O&nbsp;programa atinge neste m\u00eas de junho o Ciclo XXVII que, a partir do tema&nbsp;<strong>Esperan\u00e7ar<\/strong>, busca na atual edi\u00e7\u00e3o trazer textos brasileiros que nos deixem vislumbrar ao menos uma centelha de luz, mesmo \u00e0 beira do abismo.<\/p>\n<p>Este ciclo acontece em parceria com o coletivo&nbsp;<strong>Confraria da Voz<\/strong>, criado e conduzido por Sheila Ferreira e destinado a pessoas 50+, com apoio da Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das 4 leituras do m\u00eas de junho, ainda como parte do ciclo,&nbsp;confira tamb\u00e9m a leitura dram\u00e1tica&nbsp;<em>Uma F\u00e1bula para a Na\u00e7\u00e3o<\/em>, que faz duas apresenta\u00e7\u00f5es especiais nos&nbsp;dias<strong>&nbsp;7 e 8 de julho (segunda e ter\u00e7a-feira), \u00e0s 20h<\/strong>,&nbsp;na Sala Multi\u00faso do Centro Universit\u00e1rio Maria Ant\u00f4nia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A partir da f\u00e1bula &#8220;Jubal sem Identidade&#8221;, do sueco August Strindberg, com revis\u00e3o dramat\u00fargica de Marcos Barbosa, trabalho vocal de Danilo Pinho, m\u00fasica de Sheila Souza e a idealiza\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o de Otac\u00edlio Alacran, ator e agente cultural do TUSP,&nbsp;esta leitura c\u00eanico-musical apresenta a jornada de um homem cujo desejo foi negado porque, ainda crian\u00e7a, sua vontade foi roubada.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mais tarde, entrega sua identidade para uma feiticeira por quem havia se apaixonado. At\u00e9 que, cansado da travessia, sente saudade da casa de sua inf\u00e2ncia e retorna, reencontrando sua m\u00e3e \u2013 aqui como alegoria \u00e0 \u201cP\u00e1tria amada Brasil\u201d \u2013 onde faz emergir a sua personalidade perdida. Essa jornada heroica \u00e9 revelada por meio de cl\u00e1ssicas composi\u00e7\u00f5es da m\u00fasica popular brasileira.<\/p>\n<p>02\u2009jun |&nbsp;<strong><em>A Caravana da Ilus\u00e3o<\/em><\/strong>,&nbsp;de&nbsp;<strong>Alcione Ara\u00fajo<\/strong>&nbsp;(1982)<br \/>\n09\u2009jun |&nbsp;<em><strong>Cordel do Amor sem Fim<\/strong>,<\/em>&nbsp;de&nbsp;<strong>Cl\u00e1udia Barral<\/strong>&nbsp;(2003)<br \/>\n16\u2009jun |&nbsp;<strong><em>Obra Branca<\/em><\/strong>,&nbsp;de&nbsp;<strong>Rafael Cristiano<\/strong>&nbsp;(2021)<br \/>\n23\u2009jun |&nbsp;<strong><em>O Escorpi\u00e3o de Num\u00e2ncia<\/em><\/strong>, de&nbsp;<strong>Renata Pallottini<\/strong>&nbsp;(1970)<\/p>\n<p>07\u2006e 08\u2009jul |&nbsp;<em><strong>Uma F\u00e1bula para a Na\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;<\/em>\u2013 Leitura dram\u00e1tica<\/p>\n<p><em>Textos &amp; Autores do Ciclo<\/em><\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong><em>A Caravana da Ilus\u00e3o<\/em><\/strong>, de Alcione Ara\u00fajo&nbsp;(1981)<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Tr\u00eas irm\u00e3os artistas saltimbancos se deparam com a morte do pai, l\u00edder da trupe. Acompanhados por um m\u00fasico mudo, seguem adiante em sua viagem. Por\u00e9m, a d\u00favida chega como subst\u00e2ncia paralisadora: afinal, agora sem a dire\u00e7\u00e3o do l\u00edder, por qual dos caminhos existentes deveriam seguir? As escolhas far\u00e3o cada um dos quatro personagens enfrentar a possibilidade de continuar ou perder n\u00e3o apenas a identidade art\u00edstica do grupo, mas tamb\u00e9m as suas respectivas tradi\u00e7\u00f5es. Sob as lonas gastas da trupe, ent\u00e3o se d\u00e1 o desfile dessas figuras t\u00e3o fr\u00e1geis como grandiosas. A pe\u00e7a serve como reflex\u00e3o atemporal sobre o papel simb\u00f3lico do ser artista dentro do seu tempo, colocando-o em encruzilhadas que desafiam a dial\u00e9tica entre as dimens\u00f5es do tradicional e do moderno.<\/p>\n<p><strong>Alcione Ara\u00fajo<\/strong>&nbsp;foi roteirista, romancista, dramaturgo, ensa\u00edsta e cronista. Formou-se engenheiro e era professor na Universidade Federal de Minas Gerais. A sua colet\u00e2nea&nbsp;<em>Urgente \u00e9 a Vida<\/em>, com cr\u00f4nicas&nbsp;do jornal Estado de Minas, conquistou o Pr\u00eamio Jabuti em 2005. Assina 13 dramaturgias, entre elas:&nbsp;<em>Vagas para mo\u00e7as de fino trato<\/em>,&nbsp;<em>A caravana da ilus\u00e3o<\/em>,&nbsp;<em>Doce deleite<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Muitos anos de vida<\/em>&nbsp;(Pr\u00eamio Moli\u00e8re de Melhor Autor). Escreveu, tamb\u00e9m, quatorze roteiros cinematogr\u00e1ficos de longa-metragem, como&nbsp;<em>Nunca fomos t\u00e3o felizes<\/em>&nbsp;(Pr\u00eamio de Melhor Roteiro nos festivais de Gramado e Bras\u00edlia),&nbsp;<em>Jorge um brasileiro<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Policarpo Quaresma<\/em>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><em><strong>Cordel do Amor sem Fim<\/strong><\/em>, de Cl\u00e1udia Barral (2003)<br \/>\nNas vastid\u00f5es do sert\u00e3o baiano, o rio S\u00e3o Francisco flui como testemunha silenciosa das emo\u00e7\u00f5es e sonhos que se desenrolam em suas margens. A vida compartilhada por tr\u00eas irm\u00e3s, Carminha, Teresa e Madalena, \u00e9 surpreendida por uma mudan\u00e7a repentina quando Teresa, a mais jovem, est\u00e1 prestes a receber a proposta matrimonial de Jos\u00e9, seu companheiro. Por\u00e9m, o encontro fortuito com Ant\u00f4nio, viajante de passagem pela cidade, desperta em seu peito algo avassalador. A partir desse momento, a espera pelo regresso de Ant\u00f4nio torna-se o eixo que rege a trama. Os personagens s\u00e3o conduzidos a confrontar seus pr\u00f3prios medos, inseguran\u00e7as e contradi\u00e7\u00f5es, revelando o qu\u00e3o complexo e fr\u00e1gil o amor humano pode ser.<\/p>\n<p><strong>Cl\u00e1udia Barral<\/strong>&nbsp;nasceu em Salvador, em 1978. Radicada em S\u00e3o Paulo, \u00e9 escritora e psicanalista. Publica\u00e7\u00f5es em poesia incluem&nbsp;<em>O Cora\u00e7\u00e3o da Baleia<\/em>&nbsp;(Salvador, P55, 2011) e&nbsp;<em>Primavera em V\u00e3o<\/em>&nbsp;(S\u00e3o Paulo, Penalux, 2016). Outras publica\u00e7\u00f5es incluem&nbsp;<em>O Cego e o Louco e outros textos<\/em>&nbsp;(Salvador, Cidade da Bahia, 1998) e&nbsp;<em>Cordel do Amor sem Fim<\/em>&nbsp;(Rio de Janeiro, Funarte, 2003), que tiveram ambos adapta\u00e7\u00f5es para a televis\u00e3o. Suas pe\u00e7as de teatro contam com numerosas premia\u00e7\u00f5es e montagens, no Brasil e em pa\u00edses como Alemanha, It\u00e1lia, Inglaterra, Portugal e Peru.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><em><strong>Obra Branca<\/strong><\/em>, de Rafael Cristiano (2021)<br \/>\nUm homem negro est\u00e1 sozinho, moldando sua massa de argila branca com a \u00e1gua do mar. No decorrer dessa constru\u00e7\u00e3o intimista e concreta, a personagem nos carrega por uma linha do tempo nada linear que passa pela cultura pop, os mitos e as fantasias, investigando e construindo entendimentos sobre os pap\u00e9is da racialidade dentro da ind\u00fastria e do sistema da mem\u00f3ria coletiva. A pe\u00e7a \u00e9 um convite ao ato de olhar para a exist\u00eancia do eu atrav\u00e9s do outro, e pode ser lida na edi\u00e7\u00e3o inicial das&nbsp;<em><strong>Dramaturgias em Processo&nbsp;<\/strong><\/em><strong>(2021)<\/strong>, iniciativa de publica\u00e7\u00e3o online do TUSP surgida durante a pandemia.<\/p>\n<p><strong>Rafael Cristiano<\/strong>&nbsp;\u00e9 dramaturgo e ator, escreveu as pe\u00e7as&nbsp;<em>Fara\u00f3 Tropical<\/em>&nbsp;contemplada pela mostra de dramaturgias em pequenos formatos c\u00eanicos do CCSP e traduzida para ingl\u00eas pela Royal Court,&nbsp;<em>Obra Branca;<\/em>&nbsp;<em>Comum;<\/em>&nbsp;<em>Lambida na cicatriz: A Ball er\u00f3tica de quem ainda est\u00e1 aqui<\/em>, publicadas em colet\u00e2neas de dramaturgias,&nbsp;<em>Eu, Atl\u00e2ntica; Na beira da Imensid\u00e3o;&nbsp;<\/em>e&nbsp;<em>Meninos<\/em>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong><em>O Escorpi\u00e3o de Num\u00e2ncia<\/em><\/strong>, de Renata Pallottini (1970)<br \/>\nUma adapta\u00e7\u00e3o direta da obra&nbsp;<em>Cerco de Num\u00e2ncia<\/em>, de Miguel de Cervantes, a pe\u00e7a traz cen\u00e1rios que perpassam a atmosfera da guerra que est\u00e1 para ser travada na cidade de Num\u00e2ncia, que se encontra sitiada por romanos. A obra de Pallottini \u00e9 uma met\u00e1fora sobre a resist\u00eancia na luta pela liberdade, questionando, ao mesmo tempo, o pre\u00e7o hist\u00f3rico e simb\u00f3lico para alcan\u00e7\u00e1-la. A dramaturga nos leva \u00e0 reflex\u00e3o em seu mais profundo \u00e2mago acerca dos contornos nebulosos da alma humana e da busca por justi\u00e7a social.<\/p>\n<p><strong>Renata Pallottini<\/strong>&nbsp;foi dramaturga, ensa\u00edsta, tradutora, poetisa, roteirista e escritora. Fez sua estreia no teatro profissional em 1965, com&nbsp;<em>O Crime da Cabra<\/em>, dirigido por Carlos Murtinho, vencedor dos pr\u00eamios Moli\u00e8re e Governador do Estado de melhor texto. Sua trajet\u00f3ria reune teatro, livros \u2013 poesia, prosa e infanto-juvenil \u2013, sala de aula e televis\u00e3o. Como estudiosa do teatro, publicou os ensaios&nbsp;<em>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Dramaturgia<\/em>;&nbsp;<em>Dramaturgia de Televis\u00e3o<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Dramaturgia: a Constru\u00e7\u00e3o do Personagem<\/em>. Al\u00e9m de atuar como professora do Departamento de Artes C\u00eanicas da ECA, Renata tamb\u00e9m lecionou na EAD, onde foi diretora entre 1973 e 1975. Desde 1988, integrava o corpo docente da Escuela Internacional de Cine y Television de San Antonio de los Ba\u00f1os, em Cuba.<\/p>\n<p><strong>Confraria da Voz<\/strong>,&nbsp;coletivo criado e conduzido por Sheila Ferreira designado \u00e0 pessoas 50 + onde a pr\u00e1tica do canto refere-se \u00e0 express\u00e3o da voz cantada e da voz cidad\u00e3 como express\u00e3o deste coletivo. Inaugurado em fevereiro de 2025, atualmente o grupo se encontra semanalmente na Biblioteca Monteiro Lobato. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que o&nbsp;grupo possa dialogar com p\u00fablicos jovens e adultos ligado \u00e0 m\u00fasica e outras \u00e1reas da express\u00e3o sens\u00edvel, em um projeto intergeracional em que haja possibilidade de integra\u00e7\u00e3o entre gera\u00e7\u00f5es, e contribuindo para que adultos e jovens possam entrar em contato com a realidade de pessoas 50+, 60+ em um espa\u00e7o de explora\u00e7\u00e3o art\u00edstica de suas potencialidades.<\/p>\n<p><strong>Leituras P\u00fablicas<\/strong>\u2006|\u2006segundas-feiras,\u200619h<br \/>\n<strong>Leituras Dram\u00e1ticas<\/strong>\u2006|\u2006segunda\u2009\/\u2009ter\u00e7a, 20h<br \/>\n<em>Programa\u00e7\u00e3o\u2006gratuita<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde seu in\u00edcio em 2009, o&nbsp;Programa TUSP de Leituras P\u00fablicas&nbsp;oferece&nbsp;a cada ciclo semestral&nbsp;uma s\u00e9rie de leituras de dramaturgias selecionadas, a partir de recortes de autores ou temas <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/usp.br\/tusp\/portfolio\/8324\/\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"featured_media":8337,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[],"class_list":["post-8324","portfolio","type-portfolio","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio\/8324","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio"}],"about":[{"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/portfolio"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio\/8324\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8366,"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio\/8324\/revisions\/8366"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8337"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8324"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/usp.br\/tusp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8324"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}